terça-feira, 25 de março de 2014

Colégio de Arquitetos.

Um site muito útil e interessante, com material farto e feito por quem realmente conhece de Arquitetura e Construção! Vale a pena dar uma olhada em www.colegiodearquitetos.com.br. Eles tem um dicionário bem completo e explicado, dicas de cursos, artigos, palestras.  Essa matéria é de lá.


O que é levantamento topográfico ?

Refere-se a análise e descrição topográfica de um terreno. Também chamado de levantamento planimétrico. Um levantamento topográfico é um conjunto de operações com a finalidade de determinar a posição relativa de pontos na superfície terrestre.

 


As determinações dão-se por meio de medições lineares e angulares, ligando os pontos descritores dos objetos a serem representados com posterior processamento em modelo matemático adequado.
Partindo-se do conceito de que Topografia é um caso particular da Geodesia, pode-se afirmar que os métodos planimétricos, com fins de levantamento, implantação ou posicionamento, devem ser encarados sumariamente como aplicações da geometria plana. O Levantamento Topográfico de uma determinada área visa obter com precisão, usando-se métodos e instrumentos adequados, os elementos que permitam a elaboração das plantas topográficas com um número suficiente de coordenadas de pontos da superfície do terreno.



Fonte: www.colegiodearquitetos.com.br/dicionario/2009/02/o-que-e-levantamento-topografico/

quarta-feira, 19 de março de 2014

INVESTIMENTOS EM QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E NO VAREJO SÃO DESTAQUES DA ABERTURA DA FEICON BATIMAT 2014

18 mar 2014
Segundo Ministro Mauro Borges,indústria da construção representa 50% do crédito existente no país. Feira da construção civil chega a 20ª edição com 457 novos expositores.

São Paulo, março de 2014 – Investimentos robustos por parte do Estado de São Paulo e foco do governo federal em capacitação de mão de obra foram duas tônicas importantes na abertura da Feicon Batimat – 20º Salão Internacional da Construção, que acontece de 18 a 22 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Os investimentos do Estado de São Paulo, focados em parcerias público-privadas foram um dos principais temas do secretário estadual da Habitação, Silvio Torres. “Até 2014, a gestão atual investiu R$ 80 bilhões em obras de transporte público, saneamento, hospitais e habitação”. Entre os destaques apresentados pelo secretário, a construção 20.200 casas na região central de São Paulo e outras 1.700 na antiga comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, louvou a agenda positiva do setor. “A construção civil é 50% do crédito existente no país. Ou seja, R$ 110 bilhões entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014, o que só pode representar uma indústria que vai bem. O meu desafio agora é melhorar a qualificação de mão de obra. Por isso, vamos levar o Pronatec do Brasil Maior para a construção civil, customizando essa qualificação para o setor. O MEC já disponibilizou 500 mil vagas com esse intuito.”

Tais proporções corroboram os números da Feicon Batimat apresentados pelo presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado Juan Pablo De Vera. “Teremos 130 mil compradores/visitantes qualificados em contato com 1.050 marcas, dentre elas 457 novos expositores. As revendas e home centers estão aqui”. Ele citou como exemplo justamente um dos keynotes da abertura, o CEO da Sodimac-Dicico, Dimitrios Markakis, que prevê a chegada de número cada vez maior de grandes redes estrangeiras de olho no mercado brasileiro. “O big box virá para o Brasil, essa é a aposta dos grandes operadores do varejo mundial”.

“Nosso setor representa 144 mil lojas, 2 milhões de empregos diretos apenas no comércio, em todos os municípios brasileiros, apresentou Cláudio Conz, presidente da Anamaco, e fevereiro bateu todos os recordes em geração de empregos. A previsão de crescimento do setor feita pela entidade  é de 7%, frente a 4,5% do ano passado. A Abramat, através do presidente Walter Cover, anunciou uma parceria com a Anamaco para programa de qualificação profissional. “O setor representa de 8% a 10% do PIB e emprega 10 milhões de trabalhadores, movimentando R$ 150 bilhões. Estamos otimistas para 2014, e esperamos crescer 5%.”

O presidente da CBIC-Câmara Brasileira da Indústria da Construçao,, Paulo Simão, ressaltou que o país saiu de baixo crescimento décadas passadas, e agora tem na indústria da construção civil um agente de destaque. Porém, tem como um dos grandes gargalos no custa da construção imobiliária a burocracia. “O custo médio final tem uma alta de 12% a 31% por excesso de burocracia”.

A FEICON BATIMAT tem entrada gratuita para profissionais do setor credenciados pelo site www.feicon.com.br. Além da exposição,o evento conta com uma ampla grade de conferências, proporcionando ao público um painel completo de atualização profissional.

Mais Informações

FEICON BATIMAT – 20º Salão Internacional da Construção
Data: 18 a 22 de março de 2014
Horário: terça à sexta-feira das 11h às 20h | Sábado das 10h às 17h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana São Paulo – SP
Mais informações: www.feicon.com.br


Fonte : http://www.feicon.com.br/pt-br/Multimidia/Releases/Releases-do-Evento/INVESTIMENTOS-EM-QUALIFICACAO-PROFISSIONAL-E-NO-VAREJO-SAO-DESTAQUES-DA-ABERTURA-DA-FEICON-BATIMAT-2014

Terraplenagem ou terraplanagem?



Com certeza muitos têm dúvida sobre qual o termo correto utilizar quando o assunto é escavação ou remoção de terra.
Muitas pessoas ficam em dúvida se o certo é terraplenagem, terraplanagem, terra planagem e por aí vai.
No dia-a-dia, de modo informal, não dá-se muita importância para isto. Porém, quando é necessário saber exatamente qual a forma correta de escrever, aí sim, o bicho pega. Em alguns sites de busca por exemplo, se você digita errado, não terá os melhores resultados exibidos na sua tela.
Então, qual a palavra está correta: terraplenagem ou terraplanagem?
A forma correta é “terraplenagem“, isto mesmo, com e ao invés de a, assim como o verbo é terraplenar e não terraplanar.
Logo, diz-se: “Vou contratar uma empresa de terraplenagem” ou ainda “É preciso terraplenar o terreno”.
Ao consultar o Dicionário Aurélio Online notamos que a definição é: Terraplenagem é o ato de terraplenar. E terraplenar é encher de terra um vão ou uma cavidade; fazer terraplenagem. Não existe terraplanagem.
No Dicionário Michaelis, a variante terraplanagem é citada , porém, recomenda-se utilizar terraplenagem. Vejam o que diz:
terraplenagem
ter.ra.ple.na.gem
sf (terraplenar+agem) 1 Ato ou efeito de terraplenar. 2 Terrapleno. 3 Qualquer trabalho que tenha por fim modificar o relevo natural de um terreno por meio de aterros. Var: terraplanagem.
Viram só, o correto é terraplenagem. Você pode até utilizar no cotidiano de maneira informal (em conversas com a equipe no canteiro de obras por exemplo) o termo terraplanagem. No entanto, agora você já sabe, o correto é utilizar terraplenagem como substantivo e terraplenar como verbo do ato de realizar a terraplenagem.
Esperamos que tenham gostado desta dica.

Fonte : http://www.terraplenagem.net/curiosidades-e-dicas/terraplenagem-ou-terraplanagem-177/





terça-feira, 11 de março de 2014

Sustentabilidade ganha cada vez mais relevância na Construção Civil


“O mercado que representa de 15 a 20% do PIB e 20% do emprego no Brasil precisa ser protagonista do debate sobre sustentabilidade”, afirma Mario Prestes Monzoni Neto, professor e coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVCes) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP).  Assim como nos demais setores, segundo ele, não há uma unanimidade de como as empresas vêm e lidam com o tema.  Mas houve uma grande evolução nos últimos dez anos. “Muitas companhias já percebem a geração de valor e de oportunidades relacionadas às ações sustentáveis. Mas nós ainda estamos no início de um processo. É o começo de uma nova e o fim de uma velha economia e elas estão coexistindo, com esquizofrenias e polaridades.”

Segundo Monzoni, para colaborar com a evolução do tema sustentabilidade no setor da construção civil, é necessário ter líderes desse segmento dispostos a discutir e pensar em soluções. “Vamos construir um futuro que dê conta de olhar o meio ambiente com respeito, olhar a população local, ao redor, e também ter lucro. Isso é um desafio para os gestores, mas é importante e possível achar alternativas dentro desse contexto”.

A cadeia da construção civil é muito ampla, envolve empresas de materiais de construção, construtoras, projetos de hidrelétricas e entidades setoriais. “Qualquer ação faz a diferença.  As construtoras Camargo Corrêa, Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez, por exemplo, acabaram de lançar, com o Instituto Ethos, o Guia Metodológico para Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na Engenharia e Construção.  O que já é um avanço porque mostra como eles estão se articulando para o uso de ferramentas sobre o assunto.  Muitas empresas com capital aberto também já começam a perceber que os investidores perguntam sobre questões sustentáveis e cobram isso”, comenta o professor.

A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é outro investimento que, em pouco tempo, toda a sociedade vai conhecer e saber de seus benefícios.  “É muito fácil, já que as questões ambientais e econômicas andam juntas.  É bom para o meio ambiente e economicamente também é melhor”, ressalta.  Para ele, em pouco tempo não será possível operar no mercado sem esse tipo de certificação.  Será praticamente obrigatória. 

Governança
Outro exemplo do progresso do setor é o estabelecimento e divulgação do conceito green building no Brasil.  “Há alguns anos não havia a discussão sobre um investimento inicial maior em green building em contrapartida com as consequentes reduções de custos a longo prazo”, diz Monzoni, acrescentando que o principal desafio está nas grandes obras. “É necessário achar o direcionamento entre a necessidade e a infraestrutura, e ao mesmo tempo, de respeito entre o ambiente e a população local.  Às vezes, os modelos e os incentivos que são colocados em cima da mesa fazem com que a trombada entre essas duas questões seja bem grande. Se, por exemplo, houver um incentivo da geração de energia a curto prazo, haverá uma tensão do meio ambiente e da sociedade local.  É complexo, mas é necessário trabalhar a tecnologia social para se achar uma solução, e ela existe”. E explica: “É uma proposta de longo prazo, que envolve governança entre articulação política, instrumentos financeiros e econômicos para apoiar atividades sustentáveis nesse território e indicadores para monitorar esse desenvolvimento. É trazer para o âmbito local a discussão que se dá no global, as grandes questões da Rio+20, como Economia Verde Inclusiva, Governança entre outros temas.
É pensar em como construir uma agenda e como ela será governada. A empresa é um entre outros atores, e como monitorar se o caminho está certo?”, questiona.

Referindo-se ao PAC, programa do governo federal que representa investimentos da ordem de R$ 1 trilhão, Monzoni indaga: “E como fazemos dentro desse novo contexto de sustentabilidade?  É possível?”.  Ele entende que sim e completa: “É necessário aprender com o passado, não cometer os mesmos erros e ter uma tecnologia social para esse grande investimento, afinal, a indústria da construção é quem vai ficar com grande parte dessa verba, porque é a fornecedora de todos os empreendedores”. 

Principais momentos
Criado em 2003, os Gvces surgiu com o objetivo de inserir o tema sustentabilidade dentro de uma escola de negócios, o que ocorreu de duas maneiras: por meio da grade curricular e, também, explorando a relação da escola com a comunidade empresarial, governo e políticas públicas. “Isso pensando em uma transformação maior da sociedade, para outro tipo de desenvolvimento”, comenta o coordenador.

“Começamos pequenos e tínhamos uma origem mais forte do tema de sustentabilidade na indústria financeira, já que eu vinha de um trabalho nessa área.  E continuamos trabalhando o assunto na indústria financeira e mercado de capitais”, explica Neto.  Como consequência, uma das grandes realizações dos Gvces foi a criação, em 2005, do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), junto a BM&Bovespa e a International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial.  “É uma grande conquista e marco da história do Gvces. Temos uma contribuição muito forte nesse projeto.  Somos responsáveis pela metodologia e questionário”, comemora.

No mesmo contexto, a participação do Gvces no Guia Exame de Sustentabilidade, do grupo Abril, também é destaque. “O guia tem uma exposição grande e trabalha com um universo muito maior.  Para se ter uma ideia, são cerca de 180 empresas somente este ano”, diz o professor.

De 2004 a 2011, o Gvces sediou e dirigiu o “New Ventures Brasil”, um programa de apoio a empreendedores que buscava incorporar a sustentabilidade em seus modelos de negócio. “Promovíamos as inovações ambientais de pequenos e médios empresários, seja de novos materiais, biodiversidade, manejo, orgânico etc. e apresentávamos em um Fórum de Investidores”, diz o coordenador.

Outro tema importante para o centro de estudos é o desenvolvimento local. “Por meio de um trabalho em parceria com a Alcoa, empresa apoiadora da iniciativa, chamado Indicadores de Juruti, e em conjunto com a população paraense do município de mesmo nome – local de inserção de um grande empreendimento de bauxita da Alcoa – conseguimos desenvolver conhecimento no tema de desenvolvimento local, com a inserção de empresas e grandes empreendimentos, em particular na Amazônia”, comenta Neto.  Segundo ele, há uma nova onda de grandes investimentos na Amazônia e com o trabalho da Alcoa foi possível construir conhecimento do que seria uma inserção responsável, com discussões e debates sobre o tema.  “Chamaria isso de uma tecnologia social que envolve não somente a gestão de impacto, mas a construção de pactos, de articulação política e reconstrução de futuro comum junto à sociedade”, explica.

O clima é outro assunto relevante na história da instituição. “Somos bastante conhecidos por meio do programa brasileiro GHG Protocol, que completa cinco anos em 2013, e visa criar uma cultura de inventário de dados de efeito estufa no setor empresarial corporativo.  O programa reúne 106 organizações – um aumento de 450% desde o começo da iniciativa, em 2008 – dos mais variados tamanhos e dimensões, representando 16 setores da economia brasileira”, afirma o professor.

A questão do consumo sustentável, tanto do setor privado quanto de compras públicas, também é abordada pela entidade. “Hoje já virou política pública.  Mas, em 2004, quando começamos a discutir o assunto, as pessoas achavam que era desculpa para aumentar os preços.  E, atualmente, o governo federal tem gente trabalhando com isso”, ressalta.  Outra ação de importante contribuição junto à sociedade na produção de informação e conhecimento é a revista mensal Página 22 que já está em sua sétima edição.

Segundo o coordenador, o tema sustentabilidade já foi bastante difundido internamente na FGV. “Hoje já existe uma pasta dentro do lato sensu sobre gestão de sustentabilidade.  E, na graduação, há uma disciplina que é reconhecida e sucesso de público e de crítica, que é a formação integrada para sustentabilidade.  É uma inovação na formação de alunos na gestão empresarial e pública, porque além da aula formal, os alunos fazem muita viagem de campo, vão para a Amazônia conhecer Belo Monte, para o Pará ver a biodiversidade, já foram para o Mato Grosso saber mais sobre agronegócio, entre outras”.  Além de trabalhar outras janelas de aprendizado, como Tai Chi, dança, artes etc. “Afinal, nem todo o conhecimento entra pela maneira formal e um power point. Acredito que essa disciplina seja algo inovador também na relação aluno e escola”, completa.


Fonte: http://obra24horas.com.br/materias/tecnologia-e-sustentabilidade/sustentabilidade-ganha-cada-vez-mais-relevancia-na-construcao-civil

segunda-feira, 10 de março de 2014

Tipos de Telhas

Matéria bem legal da Casa Abril com vários tipos de telhas, custo... para quem está construindo vale a pena dar uma olhada, ja que a parcela de custo dessa etapa da obra pode variar de 5 a 12%!





Na foto acima, todos os componentes de um telhado




quarta-feira, 5 de março de 2014

EXPO REVESTIR 2014 ACONTECE EM MARÇO (11 a 14)






Repleta de novidades e tendências, a edição deste ano conta com 250 expositores, distribuídos em 40 mil m² de área

A EXPO REVESTIR acontece entre os dias 11 e 14 de março de 2014, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e reunirá as principais e maiores marcas nacionais e estrangeiras do setor de acabamento para a construção civil. A 12ª edição do evento estima receber 48 mil visitantes entre arquitetos, designers de interiores, construtores, revendedores e compradores internacionais.
As últimas tendências em cerâmicas, louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, mosaicos, rochas ornamentais, madeiras, laminados, cimentícios, vítreos, insumos, máquinas e soluções especiais serão apresentados por 250 expositores.
Reconhecida internacionalmente como o Fashion Week da Arquitetura e Construção, ano após ano a EXPO REVESTIR consolida-se como o principal evento de soluções em acabamentos para a construção civil da América Latina. Com 40 mil m² de exposição, esta edição trará os mais tradicionais fabricantes de revestimento, entre eles as maiores indústrias brasileiras de revestimento cerâmico e os principais produtores de cerâmica da Itália. A feira contará também com a participação das mais representativas empresas do segmento de louças sanitárias e metais para cozinhas e banheiros.

Definitivamente consolidada no circuito mundial de eventos, a EXPO REVESTIR 2014 contará com mais de 50 expositores estrangeiros: empresas da Itália, Espanha, Argentina, Portugal, Suíça, Alemanha e Israel fazem parte do evento.



fontre:http://www.exporevestir.com.br/2014/Default.aspx?idConteudo=1576&n=EXPO-REVESTIR-2014-ACONTECE-EM-MARÇO