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quarta-feira, 5 de março de 2014

EXPO REVESTIR 2014 ACONTECE EM MARÇO (11 a 14)






Repleta de novidades e tendências, a edição deste ano conta com 250 expositores, distribuídos em 40 mil m² de área

A EXPO REVESTIR acontece entre os dias 11 e 14 de março de 2014, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e reunirá as principais e maiores marcas nacionais e estrangeiras do setor de acabamento para a construção civil. A 12ª edição do evento estima receber 48 mil visitantes entre arquitetos, designers de interiores, construtores, revendedores e compradores internacionais.
As últimas tendências em cerâmicas, louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, mosaicos, rochas ornamentais, madeiras, laminados, cimentícios, vítreos, insumos, máquinas e soluções especiais serão apresentados por 250 expositores.
Reconhecida internacionalmente como o Fashion Week da Arquitetura e Construção, ano após ano a EXPO REVESTIR consolida-se como o principal evento de soluções em acabamentos para a construção civil da América Latina. Com 40 mil m² de exposição, esta edição trará os mais tradicionais fabricantes de revestimento, entre eles as maiores indústrias brasileiras de revestimento cerâmico e os principais produtores de cerâmica da Itália. A feira contará também com a participação das mais representativas empresas do segmento de louças sanitárias e metais para cozinhas e banheiros.

Definitivamente consolidada no circuito mundial de eventos, a EXPO REVESTIR 2014 contará com mais de 50 expositores estrangeiros: empresas da Itália, Espanha, Argentina, Portugal, Suíça, Alemanha e Israel fazem parte do evento.



fontre:http://www.exporevestir.com.br/2014/Default.aspx?idConteudo=1576&n=EXPO-REVESTIR-2014-ACONTECE-EM-MARÇO

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Forros diversificados para cada necessidade e ambiente

Os forros e os revestimentos são partes importantes na estrutura e na decoração do imóvel, porque auxiliam bastante nas instalações elétricas, luminotécnicas, térmicas e acústicas. O forro pode ser instalado sob qualquer cobertura, das formas mais diferentes possíveis. Algumas vezes ele recebe o papel de protagonista, como quando é recortado por sancas de luz. “Mas deve ser usado respeitando a individualidade e a intenção que cada um exige. Para isso, existem diversas opções de modelos e preços”, ressalta a engenheira e especialista em decoração, Izabel Souki.

Atualmente, os forros de gesso estão entre os mais encontrados em obras no Brasil. Ele é bastante prático e rápido de fazer, além de existirem muitas empresas e autônomos especializados no assunto. O sistema consiste de uma superfície de gesso presa por arames à cobertura ou a uma estrutura intermediária de forma que, por baixo, o usuário veja apenas um plano liso. Izabel explica que o forro de gesso está basicamente dividido em duas grandes opções: o forro em placas (pequenas), que é mais barato, e o forro de drywall (grandes placas), que tem mais facilidade para trabalhar curvas e detalhes, inclusive pode ser usado na parede.

O perfeito alinhamento entre as placas também demanda um ótimo instalador. Uma vez instalado, o forro de gesso pode ser facilmente furado para instalação de luminárias, além de poder receber qualquer tipo de pintura e detalhes.

Existem, ainda, os clássicos forros de madeira prontos, que muitos conhecem por lambri (na verdade lambri é um tipo de revestimento para as paredes) e que são de instalação simples: as ripas vêm com um encaixe do tipo macho e fêmea e devem ser pregados ou parafusados a distâncias regulares, numa estrutura de madeira auxiliar, ou diretamente na laje. Vários tipos de madeira e acabamentos para esse tipo de forro são encontrados no mercado, e é possível, também, realizar variações com vernizes e tintas. Entretanto, há forros de madeira projetados sob medida que são impossíveis de serem alterados.

Outra alternativa são os forros metálicos, mais raros de encontrar no Brasil. Há tipos bastante diferentes, mas, no geral, podem ser divididos em dois grandes grupos: os lisos e os compostos. Os forros metálicos lisos são constituídos por finas chapas metálicas, usualmente perfuradas ou também podem ser estampadas com alto ou baixo relevo, como se encontrava em uma espécie de forro metálico muito comum nos anos 60 em bares e padarias. Já os forros compostos são como elementos vazados colocados na horizontal. “Temos diversos tipos disponíveis, mas provavelmente, o mais comum é o do tipo colméia: um quadriculado com cerca de 10 centímetros de altura. Este forro foi bastante popular nos anos 80 e era encontrado na maioria dos grandes shoppings dessa época”, detalha Izabel.

Já os forros modulares são muito comuns em escritórios e ambientes corporativos. São chamados de forros modulares ou removíveis porque são formados por um conjunto de estrutura metálica (que, em geral, fica semi-aparente), e dos fechamentos, que são placas de tamanhos variáveis apenas apoiadas sobre essas estruturas metálicas. Assim, caso seja necessário ter acesso à rede elétrica, sprinklers, detectores de fumaça, alarmes ou outras instalações, isso ocorre de forma muito rápida e prática. A troca de elementos também é bastante simples.

Os forros de PVC chegaram ao mercado a partir da década de 90 e são bastante comuns atualmente. Trata-se basicamente de lâminas de PVC com uma pequena estrutura interna e que encaixam entre si. Essas lâminas possuem diferentes larguras, conforme os padrões de cada fabricante, e são afixadas de acordo com cada sistema. Quase todos os forros de postos de gasolina contemporâneos, por exemplo, são de PVC. O material é leve e tem preço muito competitivo. Izabel alerta: “Não é indicado para pintura, mas é passível de limpeza, o que é muito interessante dependendo da aplicação. Um lado negativo é a questão dos acabamentos, que apresentam uma linha mais ou menos restrita”.

A engenheira aponta que, além dos mais tradicionais citados acima, outros produtos podem ser usados como forros, por exemplo, tecidos, bambu e palha. “Pesquisar é a melhor alternativa antes de executar o seu forro. Verifique como ele irá se ancorar na cobertura e quais as possibilidades de harmonia com os outros elementos de sua construção. E, se possível, sempre procure um especialista para orientar sobre a opção ideal”, finaliza Izabel.

Fonte:
www.obra24horas.com.br/materias/decoracao-de-interiores/forros-diversificados-para-cada-necessidade-e-ambiente

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Assentamento de piso sobre piso

 

Saiba quais são os cuidados para aplicar revestimentos em áreas externas sem precisar retirar as placas antigas


Reportagem: Verônica Rodrigues


A aplicação de um novo revestimento sem quebrar o antigo torna do assentamento de piso sobre piso em áreas externas uma técnica prática, já que os transtornos da reforma e o tempo em que a área fica interditada são reduzidos.
O serviço é simples, mas é preciso saber os cuidados certos para a verificação, regularização e limpeza da base a ser revestida. Essas medidas são muito importantes, pois se você colocar o piso sem retirar as peças antigas que estão soltas, por exemplo, as novas placas poderão se descolar também.
Materiais como portas, janelas, tomadas e pontos de saída de água deverão ser ajustados ao novo nível, que aumentará com o recebimento da nova camada de revestimento. Já existem placas mais finas que evitam as perdas de espaço e a necessidade de modificações, como o corte de portas. Mas antes de optar por essas peças, verifique se suportam as cargas de uso da área.
A argamassa colante é indicada para o assentamento de placas cerâmicas, porcelanatos e ardósias com formatos de até 45 cm x 45 cm e para bases revestidas com cerâmica, cimentados lisos, granilite, ardósia, porcelanato e pedras. No caso da ardósia ou pedras envernizadas, é necessário remover a camada de resina impregnada à superfície antes de aplicar a argamassa.
Este passo-a-passo foi realizado em uma área externa, com argamassa fabricada para esse fim, mais resistente a locais com alto tráfego.



Materiais


Fotos: Marcelo Scandaroli



Materiais necessários: EPIs, desempenadeira 8 mm ou raio 10 mm, martelo comum e martelo de borracha, colher de pedreiro, trena, espaçador, talhadeira, régua, nível de bolha, masseira, dosador de água, trincha, escova, caneta e esponja.


Passo 1


Fotos: Marcelo Scandaroli


Antes de iniciar a instalação, verifique se a superfície não apresenta desvios de prumo e planicidade acima do previsto pela norma de revestimentos (NBR 13.749).


Passo 2


Fotos: Marcelo Scandaroli


Com a batida de um martelo, cheque as peças antigas e verifique se todas estão coladas à base. O som oco ajudará a reconhecer as placas descoladas. Como o desplacamento geralmente ocorre do meio para os cantos da peça, comece o exame pelo centro.


Passo 3


Fotos: Marcelo Scandaroli


Retire as peças descoladas e corrija os espaços vazios com argamassa de areia e cimento em espessura suficiente para regularizar e nivelar a área.


Passo 4


Fotos: Marcelo Scandaroli


Limpe e seque totalmente a superfície. Utilize produtos adequados para a remoção dos diferentes tipos de impurezas.



Passo 5


Fotos: Marcelo Scandaroli


Prepare a argamassa colante conforme as instruções do fabricante até que fique homogênea. Deixe-a descansar por 15 minutos. Depois, misture a massa novamente. Após preparada, a argamassa deve ser utilizada no máximo em duas horas e meia (tempo de caixote).



Atenção!


Fotos: Marcelo Scandaroli


As peças que serão instaladas também devem estar limpas, mas não podem ser lavadas. Utilize uma escova seca para retirar a camada de pó no verso das placas.


Passo 6


Fotos: Marcelo Scandaroli


Com a colher de pedreiro, coloque a argamassa na superfície e espalhe com o lado liso da desempenadeira. Como a placa deve ser assentada no máximo em 20 minutos, estenda a argamassa em áreas de até 2 m².


Passo 7


Fotos: Marcelo Scandaroli


Com a superfície coberta uniformemente desenhe os cordões, com o lado denteado da desempenadeira posicionado em ângulo de 60°, sem deixar que a base apareça.



Atenção!


Fotos: Marcelo Scandaroli



Se as placas tiverem área igual ou superior a 900 cm², os passos 6 e 7 também deverão ser realizados no verso da peça. Esse processo, de dupla camada, também é solicitado em áreas de alto tráfego.


Passo 8


Fotos: Marcelo Scandaroli


Assente a placa sobre a base. Não é preciso seguir a disposição do revestimento antigo. Para esmagar os cordões, pressione a peça com as mãos, movendo-a ligeiramente.



DICA


Fotos: Marcelo Scandaroli



Utilize o martelo de borracha para auxiliar no amassamento dos cordões. O som da batida ainda ajuda a identificar locais que não foram bem preenchidos com a argamassa.


Passo 9


Fotos: Marcelo Scandaroli


Durante a aplicação, faça o teste de verificação, levantando aleatoriamente algumas placas para confirmar se os cordões foram realmente esmagados sem deixar lacunas.



Atenção!


Fotos: Marcelo Scandaroli



Se houver espaços vazios, como o da foto, corrija-os. Em seguida, coloque a peça no mesmo local.


Passo 10


Fotos: Marcelo Scandaroli


Aplique os espaçadores entre as placas, demarcando os espaços para rejuntamento. Depois, retire os excessos de argamassa das juntas.


Passo 11


Fotos: Marcelo Scandaroli


Certifique-se de que as peças estão niveladas.


Passo 12


Fotos: Marcelo Scandaroli


Limpe a área com uma esponja molhada em até 40 minutos do início da instalação. A área pode receber tráfego depois de 24 horas, mas o ideal é a liberação completa em dois dias.



Confira outras dicas
Dê preferência ao uso da desempenadeira raio 10 mm no serviço em que é necessária a dupla camada de argamassa. Essa ferramenta pode fazer de uma só vez o que a desempenadeira 8 mm faria em duas etapas.
Fotos: Marcelo Scandaroli








A técnica "bolão" não é recomendada para argamassas colantes. A aplicação da massa somente no centro e nos cantos da peça facilita seu desplacamento.
Fotos: Marcelo Scandaroli






Apoio técnico: Diogo Gonçalves e Ecilio Lima, assistente de Produto e instrutor técnico, respectivamente, da Weber Quartzolit, e Ercio Thomaz,  pesquisador do Cetac-IPT (Centro de Tecnologia do Ambiente Construído do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).

Fotos: Marcelo Scandaroli


Fonte:
Revista Equipe de Obra Assentamento de piso sobre piso - Saiba quais são os cuidados para aplicar revestimentos em áreas externas sem precisar retirar as placas antigas Construção e Reforma